Pesquisa Talentos da Arte 2026: o primeiro retrato de quem trabalha no sistema da arte brasileiro

Aug 10, 2026
Pesquisa Talentos da Arte 2026: o primeiro retrato de quem trabalha no sistema da arte brasileiro

Estamos realizando Pesquisa Talentos da Arte 2026, um levantamento estrutural sobre o capital humano do sistema da arte no Brasil. A pesquisa é anônima. Não perguntamos nome, contato ou organização em que você trabalha. Leva 10 minutos para responder e o resultado será apresentado de forma agregada.

Se você trabalha com arte, clique no link abaixo para colaborar conosco. 

 

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O que a pesquisa mede

  • Demografia. Idade, gênero, localização, escolaridade e formação.
  • Estrutura de trabalho. Tipo de vínculo (CLT, PJ, freelancer, informal), tempo de experiência, segmento, função e jornada.
  • Remuneração e benefícios. Faixa de renda, peso da parte variável, benefícios e evolução ao longo da carreira.
  • Satisfação e percepção. Satisfação com remuneração e carreira, leitura do crescimento do setor, intenção de permanência.

Quem deve responder

Todo mundo que faz o sistema funcionar, dentro ou fora de uma folha de pagamento:

Equipes de galerias, museus, institutos e centros culturais. Artistas. Ateliês. Casas de leilão. Curadores, pesquisadores, educadores e produtores. Montadores, conservadores, moldureiros, transportadores e técnicos. Comunicação, comercial, administração e gestão. Profissionais autônomos e prestadores de serviço do setor.

A pesquisa só sustenta segmentação se cada camada estiver representada. Uma 

Por que isso importa

Falar de dinheiro no sistema da arte ainda é desconfortável. O setor discute preço, orçamento, meta de venda e custo de produção todos os dias, e trata remuneração, estabilidade e progressão como assunto lateral. Sem dados, não dá para distinguir o que é exceção do que é padrão.

Mercados mais maduros resolveram isso há tempos. Reino Unido e Estados Unidos acompanham salários, condições e retenção de talento no setor com pesquisas periódicas, usadas por quem contrata, por quem negocia salário e por quem formula política cultural. O Brasil ainda não tem esse instrumento.

“O mercado de arte brasileiro já mede obras, vendas, exportações e leilões, mas ainda não mede, de forma estruturada, o capital humano que faz esse sistema funcionar. Sem dados sobre remuneração, vínculos e trajetórias, qualquer diagnóstico sobre o desenvolvimento do setor fica pela metade.”

Fernando Ticoulat, fundador e diretor da Act

O primeiro retrato do trabalho na arte brasileira será feito de quem participar dele.

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Apr 06, 20260 comentáriosFernando Ticoulat